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DOSSIÊ WOODY ALLEN – O AUTOR INESGOTÁVEL

25.01.2020
Por Críticos.com.br
Críticos do site e convidados escrevem sobre um dos seus filmes do coração pinçados da vasta obra do genial cineasta.

Em 2018, Woody Allen não lançou um novo filme em circuito, fato que não acontecia desde 1981. Alvo da chamada “cultura do cancelamento”, ele viu seus colaboradores, em especial os atores com quem trabalhou, serem questionados publicamente sobre suas escolhas. Muitos doaram seus cachês ou se disseram arrependidos. Esse comportamento, impulsionado por uma única acusação do início dos anos 1990, investigada e julgada improcedente pelas autoridades da época, e que ressurgiu no contexto dos movimentos Me Too e Time´s Up, ambos bastante legítimos em seus propósitos fundamentais, atingiu seu paroxismo quando até mesmo críticos e pesquisadores passaram a ser questionados sobre seus objetos de estudo e análise.

Felizmente o segundo semestre de 2019 trouxe Allen novamente às salas de cinema (ao menos às europeias e às de alguns países latino-americanos, já que o filme não estreou no país natal do diretor), e em comemoração ao seu aniversário (Alan Stewart Königsberg completou 84 anos em dezembro), organizamos este dossiê. Convidamos diversos críticos e críticas para escreverem sobre um dos seus filmes do coração dentre os cinquenta longas-metragens assinados pelo cineasta. A amplitude das escolhas, da fase mais farsesca de seu início de carreira a filmes bastante recentes, passando por dramas densos subestimados em sua época de lançamento, nos serviu para reafirmar a um só tempo a abrangência e a pluralidade de uma carreira de extrema importância para a história contemporânea do cinema.

Agradecemos a todos os colaboradores, de diferentes regiões do país e gerações. Woody Allen, esse autor inesgotável, realmente merece ser (re)discutido a partir dos mais variados olhares. E desejamos a todos os não canceladores uma boa leitura.

Os editores.

OS TEXTOS:

O DORMINHOCO (1973), por Ana Rodrigues:

http://criticos.com.br/?p=12102&cat=1

A ÚLTIMA NOITE DE BORIS GRUSHENKO (1975), por Luiz Baez

http://criticos.com.br/?p=12129&cat=1

ANNIE HALL (NOIVO NEURÓTICO, NOIVA NERVOSA) (1977), por Maria Caú

http://criticos.com.br/?p=12092&cat=1

INTERIORES (1978), por Ivonete Pinto

http://criticos.com.br/?p=12132&cat=1

MANHATTAN (1979), por Marcelo Janot

http://criticos.com.br/?p=12140&cat=1

MEMÓRIAS (1980), por Vinicius Spanghero

http://criticos.com.br/?p=12114&cat=1

ZELIG (1983), por Donny Correia

http://criticos.com.br/?p=12108&cat=1

A ROSA PÚRPURA DO CAIRO (1985), por Luiz Fernando Gallego:

http://criticos.com.br/?p=12026&cat=1

A ERA DO RÁDIO (1987), por Hamilton Rosa Jr.

http://criticos.com.br/?p=12126&cat=1

SETEMBRO (1987), por Daniel Schenker

http://criticos.com.br/?p=12097&cat=1

A OUTRA (1988), por Bárbara Bergamaschi

http://criticos.com.br/?p=12071&cat=1

MELINDA E MELINDA (2004), por Nelson Hoineff

http://criticos.com.br/?p=12135&cat=1

MATCH POINT: PONTO FINAL (2005), por Susana Schild:

http://criticos.com.br/?p=12050&cat=1

BLUE JASMINE (2013), por João de Oliveira

http://criticos.com.br/?p=12057&cat=1

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