
PECADORES, dir. Ryan Coogler
Para Sihan Felix, "a montagem não organiza o real, expõe o conflito entre tempo e trauma". Leia a crítica.
UMA BATALHA APÓS A OUTRA, dir. Paul Thomas Anderson
Para Sihan Felix, "o filme impede a estabilização do espetáculo". Leia a crítica.
VALOR SENTIMENTAL, dir. Joachim Trier
Para Maria Caú, "Trier constrói com originalidade a casa assombrada pelos traumas (e as alegrias) das gerações passadas". Leia a crítica.
MARTY SUPREME, dir. Josh Safdie
Para Marcelo Janot, "o tênis de mesa é mero pretexto para que Josh Safdie subverta expectativas envolvendo o sonho americano". Leia a crítica.
FRANKENSTEIN, dir. Guillermo del Toro
Para Marcelo Janot, "o aspecto que mais sobressai e encanta é a opção por fazer da criatura um monstro mais humano". Leia a crítica.
HAMNET, dir. Chloé Zhao
Para Luiz Fernando Gallego, "acaba sendo uma abordagem empobrecida da criação artística". Leia a crítica.
BUGONIA, dir. Yorgos Lanthimos
Para Luiz Baez, "é mais fácil imaginar alienígenas do que o fim do capitalismo". Leia a crítica.
O AGENTE SECRETO, dir. Kleber Mendonça Filho
Para Marcelo Janot, expressa "com maestria e um senso de observação fora do comum os aspectos singulares da brasilidade". Leia a crítica.
SONHOS DE TREM, dir. Clint Bentley
Para Sihan Felix, "estratégia faz a narrativa se aproximar do funcionamento real da memória". Leia a crítica.
FOI APENAS UM ACIDENTE, dir. Jafar Panahi
(indicado a melhor filme estrangeiro)
Para Marcelo Janot, "explícito e direto na crítica ao governo". Leia a crítica
SIRAT, dir. Oliver Laxe
(indicado a melhor filme estrangeiro)
Para Marcelo Janot, "é impossível ficar indiferente". Leia a crítica.
A VOZ DE HIND RAJAB, dir. Kaouther Ben Hania
(indicado a melhor filme estrangeiro)
Para Marcelo Janot, "a diretora encontra o tom certo para jamais deixar o filme derrapar em exageros sentimentalistas". Leia a crítica.