Especiais


CANNES 2022

19.05.2022
Por Marcelo Janot
Balanço e críticas do maior festival internacional de cinema

"Após dois anos tenebrosos por causa da epidemia de Covid-19, na verdade o grande vencedor foi o cinema." Leia o balanço do Festaival.



AS BESTAS, de Rodrigo Sorogoyen

"É uma tentativa, por parte do roteiro [...], de humanizar o lado da 'besta' do título e adicionar uma certa complexidade à reflexão, mas o confronto Bem x Mal já está bem demarcado e assim seguirá até o fim do filme". Leia a crítica.



R.M.N. de Cristian Mungiu

"Mungiu se inspirou em um episódio verídico acontecido no início de 2020 na Romênia e seu bom filme dá conta da complexidade que envolve todos os agentes envolvidos nesse microcosmo". Leia a crítica.



UN PETIT FRÈRE, de Léonor Serraille

"O filme oferece um bom panorama da condição do imigrante africano na França, alternando entre situações de aceitação e pertencimento com momentos em que as dificuldades prevalecem". Leia a crítica.



TORI ET LOKITA, de Jean-Pierre e Luc Dardenne

"A história é um prato cheio para o habitual cinema engajado, de preocupação social, dos diretores-roteiristas belgas Jean-Pierre e Luc Dardenne, velhos conhecidos de Cannes". Leia a crítica.



DECISION TO LEAVE, de Park Chan-wook

"[Park Chan-wook] incorpora à trama policial elementos clássicos do cinema noir e um certo ar hitchcockiano que remete a 'Um Corpo Que Cai'". Leia a crítica.



HOLY SPIDER, de Ali Abassi

"O que é mais assustador em "Holy Spider", e cuja reflexão pode se estender a outros países de governos conservadores que utilizam a religião como instrumento político, é como a opinião pública se torna facilmente manipulável a ponto de endossar tamanha barbaridade". Leia a crítica.



BOY FROM HEAVEN, de Tarik Saleh

"As situações implausíveis no roteiro são compensadas pela narrativa envolvente e o bom elenco". Leia a crítica.



CRIMES OF THE FUTURE, de David Cronenberg

"Fica a percepção de que, oito anos após seu último filme, 'Mapas Para As Estrelas', com 'Crimes of the Future' Cronenberg recuperou o vigor da melhor fase de sua obra". Leia a crítica.



TRIANGLE OF SADNESS, de Ruben Östlund

"Como 'Parasita', em um dado momento o filme inverte os papéis entre o andar de cima e o de baixo da sociedade. É a sacada de mestre do diretor/roteirista até o desfecho que nos deixa pensando em como a luz no fim do túnel não passa de uma ilusão para quem sonha em subir no elevador social.". Leia a crítica.



ARMAGEDDON TIME, de James Gray

"O Armaggedon não aconteceu ainda, mas o principal recado que seu filme deixa é o de que ovo da serpente que resulta no trumpismo já estava sendo chocado ali, na Nova York dos anos 80 em que era evidente como a segregação racial e o privilégio branco permaneciam a pleno vapor". Leia a crítica.



LE OTTO MONTAGNE, de Felix van Groeningen e Charlotte Vandermeersch

"A música [...] se divide entre canções melancólicas que ajudam no processo de imersão e temas instrumentais à base de sintetizadores que produzem efeito inverso, sugerindo uma expectativa de tensão que não se confirma em diversas cenas, causando estranhamento". Leia a crítica.



COUPEZ!, de Michel Hazanavicius

"O que Coupez! oferece de melhor é justamente a percepção de como o ofício cinematográfico se reinventa, no momento em que tenta se reerguer pós-pandemia e com a interferência cada vez mais forte do streaming". Leia a crítica.

Voltar
Compartilhe
Deixe seu comentário