Luiz Fernando Gallego
-
AS DUAS FACES DE JANEIRO
Boa estreia na direção do roteirista Hossein Amini, em enredo hitchcockiano.
Por Luiz Fernando Gallego
-
O MENSAGEIRO (2014)
Retoma a tradição de thrillers políticos reunindo jornalismo investigativo, desmandos do poder e "realidades por demais verdadeiras”.
Por Luiz Fernando Gallego
-
HOMENS, MULHERES E FILHOS
Reducionista acusação à internet como (nova) culpada para antigas (e atrapalhadas) escolhas humanas.
Por Luiz Fernando Gallego
-
MIL VEZES BOA NOITE
Aborda temas relevantes de modo reflexivo - coisa rara no cinema atual.
Por Luiz Fernando Gallego
-
MÃO NA LUVA
Um tenso dueto dos personagens e do casal de atores que lhes dão vida.
Por Luiz Fernando Gallego
-
RELATOS SELVAGENS
Lançado aqui no final de uma campanha eleitoral raivosa, pode ser visto como encenação de fantasias de mentes mais radicais.
Por Luiz Fernando Gallego
-
MISS VIOLENCE
O filme se perde na repetida busca de um sentido mais alegórico do que realista que represente a sociedade através do microcosmo familiar.
Por Luiz Fernando Gallego
-
A PEDRA DE PACIÊNCIA
O desempenho de Golshifteh Farahani atenua problemas do roteiro, mas não evita a decepção com o péssimo desfecho.
Por Luiz Fernando Gallego
-
TRASH - A ESPERANÇA VEM DO LIXO
Ofende a inteligência do espectador de forma bisonha, mais do que bizarra. Vergonhoso.
Por Luiz Fernando Gallego
-
GAROTA EXEMPLAR
Quando expõe a submissão da opinião pública a clichês moralistas explorados por programas sensacionalistas de TV, uma boa oportunidade de salvar o filme quase se estabelece.
Por Luiz Fernando Gallego
-
UMA NOVA CHANCE PARA AMAR
Apesar do mau roteiro, Annette Bening mantém o interesse... até a cena final enterrar o filme de vez.
Por Luiz Fernando Gallego
-
ERA UMA VEZ EM NOVA YORK
O sonho americano vira um pesadelo mas no melodrama clássico há chance de redenção.
Por Luiz Fernando Gallego
-
O DOADOR DE MEMÓRIAS
Pretensa fábula com os piores vícios através dos quais se quer “passar uma mensagem”.
Por Luiz Fernando Gallego
-
BEM-VINDO A NOVA YORK
A exibição do corpo decadente de Depardieu soa como um abuso do diretor análogo aos abusos sexuais do personagem central.
Por Luiz Fernando Gallego
-
MAGIA AO LUAR
Woody Allen discute, com leveza, se a felicidade humana depende de crenças que nos aliviem do contato com a dura realidade.
Por Luiz Fernando Gallego