Críticas


FESTIVAL DO RIO 2026

01.10.2026
Por Críticos.com.br
Resenhas sobre os filmes do Festival do Rio 2026

A BOLA PRETA, de Javier Ambrossi e Javier Calvo.

Para Marcelo Janot, "é uma produção apaixonante que celebra a vida em tempos de guerra, se valendo da arte como libelo contra o preconceito". Leia a crítica.



COWARD, de Lukas Dhont

Para Marcelo Janot, "traz a arte como antídoto para a violência física dos conflitos e para a batalha interna de se assumir a orientação sexual". Leia a crítica.



HOPE, de Na Hong-jin

Para Marcelo Janot, "é um ótimo exercício de cinema de gênero que soa como uma provocação à mitologia de Hollywood sem se esgotar no pastiche". Leia a crítica.



O JOGO, de Juan Cabral e Santiago Franco

Para Marcelo Janot, "misturando futebol e conflitos políticos, o sensacional documentário relembra um dos jogos mais marcantes da história das Copas do Mundo: o duelo entre Argentina e Inglaterra de 1986, em que Maradona fez um gol de placa e outro com a ajuda da 'mão de Deus', ainda sob o trauma da Guerra das Malvinas".



A GRADIVA, de Marine Atlan

Para Marcelo Janot, "muito elogiado pela crítica em Cannes, o longa se passa durante uma excursão escolar de adolescentes franceses às ruínas de Pompéia, estabelecendo uma livre associação com a Gradiva, personagem do romance de Wilhelm Jensen que inspirou um célebre ensaio de Freud".



UM PEQUENO BOM SOLDADO, de Stéphane Brizé

Para Marcelo Janot, "prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza, o filme é mais uma incursão do diretor francês no complexo universo das relações de trabalho no mundo corporativo. Aqui, o foco recai sobre os conflitos enfrentados pela diretora de recursos humanos de uma empresa".



CARTAS AMARELAS, de İlker Çatak

Para Maria Caú, trata-se de "uma narrativa repleta de personagens desinteressantes, que parecem existir apenas para dar corpo à tese do filme". Leia a crítica.



ROSEBUSH PRUNING, de Karim Aïnouz

Para Maria Caú, "encenam-se situações dramáticas que miram o choque e acertam o constrangimento". Leia a crítica.



JOSEPHINE: FRAGMENTOS DE UM CRIME, de Beth de Araújo

Para Maria Caú, " o filme trata desse espinhoso tema sem se afastar do olhar dessa menina que descobre a crueza do mundo". Leia a crítica.



ROSE, de Markus Schleinzer

Para Maria Caú, "o roteiro delineia a identidade de gênero de Rose de forma inequívoca: não estamos diante de um homem trans, mas sim de uma mulher que assume o masculino como passaporte para uma existência para além dos estreitos limites que lhe foram impostos". Leia a crítica.



RAINHA AO MAR, de Lance Hammer

Para Maria Caú, o desenrolar da narrativa caminha "na corda bamba de uma zona cinza que é, sem dúvida, a maior força do filme". Leia a crítica.



TODO MUNDO CURTE BILL EVANS, de Grant Gee

Para Maria Caú, "o protagonista vai escolher viver e, para ele, a única forma de vida possível é a presentificação radical proporcionada pela música". Leia a crítica.



NO GOOD MEN, de Shahrbanoo Sadat

Para Maria Caú, "aos poucos, o que vai imperando é uma sensação geral de mau gosto, para a qual o riso nervoso é a única saída possível". Leia a crítica.



TRÊS CAMINHOS PARA O LAGO, de Michael Haneke

Para Luiz Baez, "a montagem transita entre o presente narrado e o passado rememorado com a fluidez de um corte seco". Leia a crítica.



LÊMINGUES, PARTE 1: ARCÁDIA, de Michael Haneke

Para Luiz Baez, o filme "acompanha um grupo de jovens no processo de descoberta da vida - ou da sexualidade -, mas também da morte - ou das angústias de uma geração nascida no pós-guerra". Leia a crítica.



LÊMINGUES, PARTE 2: FERIDAS, de Michael Haneke

Para Luiz Baez, "entre gritos, sussurros e o leitmotiv da sarabanda [...], um ciclo de opressão parece, enfim, longe de encerrar-se". Leia a crítica.



A REBELIÃO, de Michael Haneke

Para Luiz Baez, "o presente narrado, em tonalidade sépia, contrasta-se com a vivacidade do passado lembrado, estabelecendo-se não uma orientação temporal, e sim um indício do trabalho de rememoração artística". Leia a crítica.

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